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O vento sopra a favor das consultorias empresariais. O IBCO (Instituto Brasileiro de Consultores de Organização) estima que, hoje, essa indústria movimenta cerca de R$ 15 bilhões ao ano. Um cenário considerado bastante favorável e que tende a crescer ainda mais, principalmente para quem optou por atuar na área de RH e gestão de pessoas.

“A figura do capital humano é cada vez mais entendida como estratégica para os negócios. Nesse momento, existe uma demanda por acelerar as capacidades e competências dos indivíduos nas organizações e de se olhar para o desenvolvimento do ser humano de uma forma mais ampla, integral e humanística”, justifica Rosa Alba Bernhoeft, consultora de RH.

Ela garante que não se trata de modismo, mas, sim, de uma necessidade real das empresas decorrente das mudanças rápidas no modelo funcional dos trabalhadores, que hoje são mais exigidos na velocidade, na entrega e no compromisso com o resultado.

Em meio a essa movimentação, não é raro encontrar profissionais que, depois de trilharem uma carreira executiva, optam por atuar como consultores acreditando que a sua experiência profissional os credenciará para tanto. “Além da experiência, o consultor deve levar em conta outros fatores, como o seu nome, os cases de sucesso que traz no seu background e o domínio de metodologias para implementar e efetivar soluções”, assinala Rosa.

Por outro lado, também não é difícil achar empresas que, perante a grande oferta de consultores hoje no mercado, utilizam apenas o parâmetro financeiro como critério de escolha. “Há casos em que são feitos ‘leilões’ ou, simplesmente, contrata-se o preço mais baixo, sem que seja feita uma avaliação da relação contribuição x resultado”, diz Rosa que, no próximo mês, coordenará o 1º Fórum de Consultores, parte integrante do 38º CONARH ABRH, promovido pela ABRH-Nacional.

“Nosso objetivo é levantar questões que vão otimizar a relação entre as empresas e as consultorias, facilitando a escolha do fornecedor, a contratação do serviço e a implementação das soluções e a medição dos resultados. Servirá para a área de RH rever seus critérios de contratação e, ao mesmo tempo, abordará as capacitações e competências a serem desenvolvidas por quem pretende desempenhar o papel de consultor no futuro”, antecipa.

O encontro vai abordar três aspectos estratégicos da consultoria. Um deles é o atual panorama desse segmento no Brasil e no mundo. Cristian Welsh Miguens, presidente do IBCO, vai apresentar os resultados de uma pesquisa sobre honorários e tendências e comparar a realidade brasileira com a europeia, que já desfruta uma normatização de práticas e definições sobre a ética e competências dos consultores.

Outra participante é Leni Hidalgo Nunes, gerente geral de Desenvolvimento Corporativo da Votorantim Industrial, responsável pelos programas estratégicos de desenvolvimento de líderes do grupo e mais que habituada a se relacionar com diferentes consultorias nas diversas etapas do processo.

Já o sócio-diretor da Manstrategy Consulting, Marcos Nascimento, que foi executivo de RH de grandes empresas, como EDS, Data Systems e Laboratórios Aché, participa para comentar sua migração para a área de consultoria.

“Nossa maior expectativa é de que esse fórum seja verdadeiramente interativo, para que as pessoas possam discutir a respeito de suas preocupações e dúvidas sobre consultoria”, conta Rosa.



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Fonte: CONARH 2012
 Data: 20/07/2012

 

 


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