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Alinhando o e-Learning com as estratégias e objetivos da organização

"No Brasil, a prática de e-Learning já está consolidada, e investimentos crescem em média 15% ao ano, principalmente no desenvolvimento de conteúdos e uso de computação em nuvem e serviços de consultoria", disse Francisco Soeltl, CEO da MicroPower, durante entrevista para America Learning & Media, quando perguntado sobre a evolução do e-Learning em território brasileiro em 2011 e perspectivas que podem ser antecipadas para este 2012.

Partilhamos com os nossos leitores a análise profunda e completa do mercado brasileiro atual. Francisco é um dos principais fomentadores e pioneiros do e-Learning e de tecnologias de gestão do conhecimento pelo Brasil, fundador da MicroPower e do principal Portal brasileiro sobre o tema: Learning & Performance Brasil.

Francisco Antonio Soeltl - Presidente da MicroPower

Qual a evolução do e-Learning no Brasil em 2011 e quais as expectativas para 2012?

No Brasil a prática do e-Learning já está consolidada e os investimentos crescem em média 15% ao ano, primordialmente no desenvolvimento de conteúdos e na utilização de serviços de cloudcomputing e consultivos.

 

Quais os setores que têm aumentado a incorporação desta abordagem com mais entusiasmo?

Todos os setores cuja força de vendas é distribuída geograficamente pelos estados do Brasil, em especial as que atual no varejo, automobilística e laboratórios farmacêuticos.

 

Quais são os principais motivadores para a contratação de um projeto de e-Learning?

Considerando que o tempo de lançamento de novos produtos e serviços vem diminuindo dia a dia, o primeiro direcionador é o “time to market”, e neste contexto os vendedores precisam de forma ágil conhecer dominar suas funcionalidades e transformá-las em benefícios, e as pessoas para exercer suas atividades de gestão e produção precisam ser preparadas no mesmo rítmo.

O segundo direcionador é a “redução dos custos de capacitação” que complementa o anterior, pois com os cursos e atividades de aprendizagem online evitamos os deslocamentos para o treinamento presencial.

O terceiro direcionador seria o “alinhamento cultural”, muito importante em processos de mudança, possibilitando atingir a todos os públicos com um "discurso único".

 

O que você recomendaria para uma empresa que está buscando soluções e-Learning?

Pela nossa experiência um projeto de e-Learning precisa estar alinhado às estratégias e objetivos de sua organização, contemplar todas as demandas de capacitação e desenvolvimento de Pessoas, ou seja, prover condições de suprir os gaps das Competências exigidas, e contar com o apoio da Alta Administração que deve considerar seu projeto como investimento e não custo. Se você não tem isto bem definido, contrate uma empresa de consultoria especializada para ajudá-lo, pois um planejamento deficiente irá produzir resultados medíocres e frustrações em todos os envolvidos.

Uma vez que você já sabe muito bem o que quer, contrate uma empresa que acumule experiência e seja reconhecida por seus Clientes. Evite contratar “curiosos no tema”, pois eles irão criar mais turbulência do que soluções em sua organização. Uma empresa que seja capaz de não só apoiá-los no piloto em uma área ou departamento, mas que esteja preparada para suportá-los na aplicação do mesmo para toda a organização, tanto nesta fase de implantação como ao longo de todo o ciclo de vida desta nova fase em sua organização.

 

Qual o nível de adoção do mobile learning, da aprendizagem de vídeo e de aprendizagem social em projetos de formação digital no Brasil?

A demanda por soluções mobile ainda está em sua fase inicial, e os laboratórios farmacêuticos são os pioneiros, muito provavelmente influenciados pelas suas iniciativas de matrizes localizadas em países mais desenvolvidos. A maioria das universidades já adotam conteúdos digitais e algumas delas disponibilizam tablets para seus alunos no momento da matrícula.

O vídeo já vem sendo utilizado há alguns anos, pois com a privatização do sistema de telecomunicações no Brasil, o curto de um link de alta velocidade caiu significativamente, além disto os equipamentos para sua produção se popularizaram, ou seja, com uma webcam ou um telefone móvel hoje produzimos vídeos de boa qualidade para transmissão via web.

Já a aplicação do social learning é embrionária, pois a maioria das organizações ainda não o incluíram entre suas estratégias de desenvolvimento de Pessoas e construção do conhecimento.

 

Qual o nível de integração é o e-Learning com outros sistemas de gestão no Brasil?

Os projetos de e-Learning, ou gestão de aprendizado, apresentam bom grau de integração com os sistemas legados transacionais das empresas, tais como seus ERPs – Enterprise Resource Planning, porém a integração com os sistemas especialistas como gestão de metas/objetivos, gestão de performance, gestão de competências e gestão de sucessão&carrreira, chamados de Talent Management em países desenvolvidos, ainda é insipiente.

Para conhecer as soluções consultivas e tecnológicas da MicroPower por gentileza acessar: www.micropower.com.br/v4/consultoria.html

 

O senhor poderia comentar brevemente sobre alguns casos de aplicação bem-sucedida desenvolvidos pela MicroPower, em 2011?

Um caso que consideramos inovador, pois contempla além da gestão de aprendizado, a gestão de competências, performance e sucessão&carreira é a CI – Central de Intercâmbio ( www.ci.com.br ), que oferece cursos de formação profissional e intercâmbio fora do Brasil. Toda a capacitação de seus colaboradores vem sendo aplicada para suprir os GAPs nas Competências exigidas em seus cargos ou funções, para que sua Performance nas atividades que exercem superem as expectativas de seus Clientes.

Todas as atividades estão alinhadas as Metas da organização e os colaboradores tem percepção de que o processo de avaliação de performance é “justo”, que estão desenvolvendo suas competências e tem horizonte de carreira.

Estas são ações que promovem a permanência dos colaboradores nas suas atuais empresas,

 

Qual diferencial oferecem para o mercado?

A MicroPower ( www.micropower.com.br ) oferece uma solução tecnológica que contempla desde a gestão dos cursos presenciais, online e simuladores, que consideramos Instrucionais, e provêem apenas 20% do conhecimento e habilidade necessárias para uma Pessoa ter a Performance esperada no cargo ou função que ocupa, passando pelas ferramentas de Gestão de Conhecimento, como repositórios de conhecimento que podem ser acessados por ferramentas de busca, gestão das comunidades e mapeamento das especialidades do negócios, seus especialistas com respectivas agendas para atendimento, complementando com Suporte ao Desempenho, Coaching&Mentoring, completando o ambiente de aprendizado e Performance que prove os 80% do conhecimento e habilidades faltantes.

A Schicariol ( www.schincariol.com.br ), uma das maiores produtoras e distribuidora de cervejas e refrigerantes do País aplica com sucesso esta solução integrada.

 

Que importância é dada à avaliação dos conhecimentos em projetos de formação virtual no Brasil? Como resolver?

No Brasil praticamente todas as organizações aplicam a avaliação do conhecimento adquirido nos processos de aprendizado, porém um percentual pequeno avalia sua aplicação efetiva em suas atividades no dia a dia, e um percentual ainda menor o faz para medir a contribuição deste nos resultados esperados (performance) das Pessoas nos cargos ou funções que ocupam.

"Em nossa recomendação esta situação se resolve naturalmente quando  existe um processo de Gestão de Performance permanente, que inclui Avaliações de Performance periódicas, ou seja, ao longo do ciclo semestral ou anual, o feedback pelos acertos e melhorias necessárias é praticado ao final de cada projeto ou processo, e os planos de desenvolvimento individuais das Pessoas é acompanhado, apoiado e atualizado dia a dia."

 

Como a MicroPower resolve problemas de acessibilidade que experimentam, por exemplo, pessoas com deficiência visual?

A MicroPower lançou há mais de 12 anos o Virtual Vision ( www.virtualvision.com.br ), que permite aos deficientes visuais utilizarem o computador com autonomia. O Virtual Vision é um leitor de telas para o ambiente Windows, e permite que os deficientes visuais utilizem o Word, Excel, Power Point e outros aplicativos do ambiente Windows, entre eles o Internet Explorer, e a partir dele o mundo de informações que estão disponíveis, e o Outlook com o qual se comunicam mesmo sem enxergar.


 



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Fonte: America Learning & Media
 Data: 15/02/2012

 

 


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