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Empresas e Futebol dependem do meio do campo

Por Carlos Faccina


Nos inúmeros temas e programas de esporte na TV , rádio e jornais, a predominância do futebol é total. Nada novo, diriam vocês.

Um dos temas predominantes é a função de meio do campo, de 10 abordagens sobre futebol, meio de campo certamente representa (70%), Nada novo outra vez. Se nada é novo, o tema é batido, qual é a razão de tantas opiniões, debates e verdadeiras “brigas” sobre o tema? Simples, no tal de meio de campo, o time não funciona. A bola não chega para os atacantes, e criam-se buracos, segundo os comentaristas, portanto ter meio de campo que funcione é passo importante para a vitória. Médios volantes que saibam sair com a bola, lançar, chegar de surpresa. Saudades dos bons tempos em que sobravam meios de campo nos nosso clubes.

O QUE TEM A EMPRESA COM ISSO? Existe meio de campo nas empresas? Sim. Dependendo do que a empresa produz, muda o que podemos denominar meio de campo empresarial. A média gerencia é, na maioria das vezes, o meio de campo, constituído por técnicos, especialistas e lideres que carregam verdadeiramente o piano, diariamente, faça chuva ou sol. Para esses “carregadores de piano”, não existe tempo ruim.

Os vendedores e não os gerentes de vendas são o meio de campo na maioria das empresa, portanto ter meio de campo é fundamental para a bola chegar ao gol nas empresas A isso, denomina-se RESULTADO POSITIVO. São esses heróis que alimentam o alto escalão para não cometerem erros.

Veja-se o caso a Petrobras, que hoje vale a metade de seu valor no mercado, uma empresa que foi vitima de falta do meio de campo. Tenho certeza disso, quando técnicos e gerentes habilitados são substituídos por indicações denominadas (políticas), o meio de campo enfraquece e pior, o resto do time passa a jogar mal.

As empresas e Elke Batista nunca apresentaram, pelo menos até onde vai meu conhecimento, um quadro de funcionários técnicos, gerentes lideres etc. O que se via era sempre o CEO Eike nas revistas, TV etc. na mídia em ,geral resplandecendo as qualidades das suas organizações. Deu no que deu.

Quando um Conselho deliberativo decide compras de bilhões de reais, esse deve estar alimentado de todas as informações, que provêm geralmente dos médios volantes corporativos, que estão afinados com o mercado e sabem do que estão falando. Se não dá no que deu: compra-se sucata por refinadora.

A moda nos 90 e início dos 2000 era a reengenharia. Enxugar, principalmente a média gerência, afinal de contas, nós do topo, é que entendemos da coisa.

Muitas empresas sofreram abruptamente cortes, e sentiram os efeitos negativos a curto prazo,

Moral da história: os alicerces, meio de campo, ou tudo aquilo que faz a ligação entre o cérebro e o coração, tem que estar irrigado, caso contrário, o risco de infarto é maior.

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Fonte:  Carlos Faccina
Autor: 
 Data: 09/05/2014

 

 


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