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Conhecimento não é descartável

Por Augusto F. Gaspar(*)

O conhecimento pode ser descrito como o conjunto de todo conteúdo adquirido por um indivíduo, acrescido de suas interpretações e correlações que, aliás, acontecem de forma muito particular na mente de cada um.

A quantidade de conhecimento que geramos é diretamente proporcional à quantidade de informações que recebemos diariamente, e também à nossa capacidade de gerar as conexões do que chega de novo com o que já sabemos e já experimentamos anteriormente.

Uma preocupação é a velocidade com que as mudanças ocorrem atualmente gerando novas informações a cada instante. Assim, toda informação que recebemos torna-se altamente perecível, isto é, seu prazo de validade é muito curto.

Esse fenômeno, na prática, não chega a ser um grande problema, porque da mesma forma que a informação de ontem pode ser totalmente inútil hoje, temos acesso a informações novinhas em folha na hora em que desejarmos. O problema está em entender se essa quantidade imensa de informações gera, de fato, conhecimento.

Somos submetidos todos os dias a um volume tão grande de informações que descartamos, mesmo sem perceber, boa parte delas. É fácil perceber que isso acontece quando não nos lembramos de assuntos corriqueiros que aconteceram nos últimos dias (ou nas últimas horas).

Em um processo de aprendizado espera-se, com o conhecimento adquirido, que possamos executar as tarefas que são exigidas no trabalho com bom desempenho e por um longo tempo. Devemos repensar o modo como adquirimos e aplicamos o conhecimento. Assim, precisamos dar a devida importância às informações que precisamos elaborar, de forma a gerar e reter conhecimento útil para o nosso trabalho e para nossa vida.

Nem tudo o que sabemos precisa mudar ou ser atualizado, o conhecimento não pode ser descartável.

Portanto, é importante que haja uma concentração de esforço de aprendizagem naquilo que tem um prazo de validade mais longo, como os métodos, as formas de trabalho e os conceitos que sustentam as teorias, e deixar o restante, mais volátil, para ser consultado (e “aprendido”) no momento em que for necessário.



(*) Augusto Gaspar é Diretor de Professional Services da MicroPower, professor universitário e palestrante. Atua em projetos de otimização da performance humana e organizacional.

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Fonte: Augusto Gaspar
Autor: 
 Data: 02/09/2013

 

 


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