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Quem tem medo dos nativos digitais?

Abram as portas das empresas, eles estão chegando. Talvez já estejam infiltrados entre outros colaboradores. São as crianças e adolescentes de até 18 anos considerados “nativos digitais” ou “geração net” (ou com tantos outros nomes que servem para rotular e tentar entender esses comportamentos) porque nasceram num ambiente com a internet, o que lhes favorece a familiarização, tanto com a linguagem digital, quanto com as tecnologias de informação e comunicação.

Eles estão chegando. E as empresas estão preparadas para eles?

Computadores, videogames e celulares ainda assustam alguns adultos, enquanto para crianças são simples e naturais. Nesse campo, registramos um conflito entre os chamados imigrantes digitais, maioria dos adultos em atividade produtiva nas empresas, e nativos digitais que em breve dividirão as responsabilidades nas empresas.

Nas escolas, essa reflexão já começou.

Diretores e professores estão buscando soluções para manter atrativas as salas de aula para alunos acostumadas com dispositivos tecnológicos e capazes de simultaneamente ouvir o iPod, assistir à televisão, enviar e receber textos no twitter e navegar nas redes sociais.

Se professores tentam se adaptar às novas exigências por um desempenho diferente de tudo que aprenderam (antes eram fontes únicas de informação; hoje devem ser mediadores do processo de busca de informação e formação do conhecimento), será que os estratégicos organizacionais conseguem desenhar essa empresa dos nativos digitais?

Não sabemos ao certo se a sala de aula, dessa forma como conhecemos, será mantida. Mas qual será o design do ambiente profissional em 10 anos. Como serão os escritórios?

Um temor, embora disfarçado, chegará, assim como uma certa euforia não bem dimensionada.

As tecnologias já estão mudando a forma como pensamos e fazemos as coisas. A inovação nasce da maneira e do tempo em que as informações são acessadas e processadas. Essas questões estão levando pesquisadores a realizar estudos para entender as mudanças cognitivas, emocionais e atitudinais decorrentes do uso das tecnologias.

Essa reflexão mais ampla deve logo chegar para as empresas, mas talvez as mudanças sejam impostas por essa nova geração no tempo de um click.

Esteja preparado para recebê-los e para competir com eles.

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Fonte: Carlos Faccina
Autor: 
 Data: 19/06/2013

 

 


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